quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Referendo

Hoje fui a uma escola de orientação católica, suportada parcialmente por fundos públicos, e encontrei no átrio vários documentos da campanha do Não. Interroguei-me se também se mostrariam abertos se alguém da campanha do Sim lá fosse colocar documentação alusiva. A interrupção voluntária da gravidez é sobretudo um acto de consciência individual e, numa escola, a abordagem do tema só faz sentido com liberdade, tolerância e respeito pelos diversos pontos de vista, sem jamais manipular a consciência dos alunos.