sábado, 1 de dezembro de 2007

As TIC e os excluídos

A utilização massiva da tecnologia educativa não pode fazer esquecer os mais débeis socialmente. Já os movimentos das pedagogias activas, que colocam o aluno no centro do processo de aprendizagem e fazem dos recursos disponibilizados e utilizados massivamente pelos alunos em detrimento do papel tradicional do professor, se confrontam com o mesmo problema.
Quanto mais recursos a aprendizagem exige, maior é o fosso entre os que detêm meios complementares e ambientes familiares estimulantes e os que os não possuem. Imagine-se o que se passa agora com as TIC.
Fica assim reforçada a necessidade de as escolas fazerem o esforço necessário para diminuirem as desigualdades de oportunidades no acesso á educação e à aprendizagem que a situação social dos alunos condiciona de forma evidente.