terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Ainda os famigerados telemóveis

"Para: Prof.ª de História
Venho por este meio informar a professora de que quando o Telemóvel da aluna [minha filha] tornar a tocar na aula que nunca mais voltes a dizer á aluna que fica sem o Telemóvel quando tocar é o pai ou a mãe, portanto que seja a última vez que falas assim com a aluna se quiseres Tirar-lhe o Telemóvel Tíras á minha frente.
O Pai"

A prosa pode não ser a melhor, a sintaxe e a ortografia o que se vê, mas a mensagem é muito clara.
O problema é que os professores recebem estas pérolas, ficam indignados e nada mais se passa. Num caso destes o mínimo que deveria acontecer era o Conselho Executivo chamar , de imediato, este encarregado de educação e explicar-lhe as regras da escola (supondo que existem e são do conhecimento geral) e, como se diz em Português escorreito, metê-lo na ordem.

Uma das causas da proliferação do que se está a passar nas escolas com episódios deste tipo e quejandos é tratarem-se estes assuntos como casos da responsabilidade indivual dos professores e não como assuntos da competência das direcções das escolas.