quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Benazir Bhutto

Não o fiz mais cedo, mas não queria deixar passar em claro o assassinato de Benazir Bhutto que era uma das mulheres mais estimulantes da política internacional. Tenho acompanhado a saga da família Bhutto, primeiro com o pai, Ali Bhutto assassinado (legalmente...) pelo regime ditatorial do general Zia Ul Aq, depois com Benazir, e os esforços de ambos para transformar o Paquistão numa democracia verdadeira. Ambos pagaram com a vida a fé num Paquistão livre. Esperemos que a sua morte não tenha sido em vão e que as eleições agora adiadas para 18 de Fevereiro sejam a resposta oportuna aos terroristas e extremistas que a assassinaram e aos que, um pouco por todo o mundo, atentam contra as liberdades democráticas.