sábado, 9 de maio de 2009

A política do confronto

O confronto é, para alguns, o tónico que faz avançar as sociedades. O consenso é deletério, dizem, porque não acicata os ânimos, não clarifica, não produz rupturas.
Um dia destes, um dos gurus do Ministério da Educação, assinalava que quando a luta com os professores alcançava picos, o PS se aproximava da maioria absoluta. “São as sondagens que o comprovam”, perorava alto.
O diabo é que os problemas da educação e do país não se resolvem à bruta, e os malefícios do confronto perdurarão muito para além dos seus mais activos cultores.